Siderópolis entra na guerra contra o mosquito Aedes Aegypt

5 fev

Reunião multissetorial traçou as primeiras ações que serão efetivadas no município 

Siderópolis (5/2/2016) – Mutirão para recolhimento de entulhos que possam acumular água, selo de qualidade para as residências, treinamento com as agentes de saúde e professores, disseminação das informações entre os moradores. Essas são algumas das ações traçadas pelo Governo de Siderópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, para combater os mosquitos transmissores da dengue, Chikungunya e Zika Virús, e que foram repassadas por meio de uma reunião multissetorial realizada na manhã dessa sexta-feira, 5, no Centro Social Urbano de Siderópolis. 

Com a presença do biólogo da Regional de Saúde de Criciúma, Tiago Moretti, o encontro reuniu entidades constituídas da cidade e passou informações sobre os mosquitos transmissores das doenças, ciclo de vida, proliferação e combate, além de todos os detalhes sobre as consequências e locais do estado e da região onde foram encontrados focos. As estratégias fazem parte de um Plano de Mobilização Estadual que está sendo coordenado pela Secretaria de Estado da Saúde. 

“As ações já estão surtindo efeito positivo e podem ser suficientes para evitar a proliferação do mosquito, mas é extremamente necessário que todos os setores façam sua parte, desde as autoridades constituídas até a população em geral”, enfatizou o biólogo, que voltará à Siderópolis no dia 17 de fevereiro para treinamento de todos os professores do município para que debatam o tema em sala de aula. 

Mutirão – A Secretaria Municipal de Saúde irá fazer mutirão para recolhimento de objetos e entulhos que possam acumular água, na próxima sexta-feira, 12, à partir das 9 horas, na Vila São Jorge, entre a Igreja Católica e a loja Reluz. O bairro foi escolhido por ter sido o único no município a apresentar foco do mosquito no ano passado e também por ser o principal acesso de entrada em Siderópolis. 

“Vamos repetir essa ação em outros bairros e também percorrer todas as residências em busca de possíveis criadouros”, afirmou Jaqueline Elias, agente de endemia da Secretaria Municipal de Saúde. Segundo ela, apenas as casas que não possuírem pontos com água parada ganharão o selo de área livre do mosquito. “Vamos visitar as casas, olhar todos os pontos e verificar a possibilidade de colocação do selo. A visita será repetida mensalmente e o selo vai ou não permanecer de acordo com a consciência e atitude dos moradores, afinal, todos devem estar unidos nesse combate”, concluiu a agente.

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