Arquivo | junho, 2013

Festa Junina do Lions Clube de Siderópolis

30 jun

O Lions Clube de Siderópolis fez sua Festa Junina( interna), com muitos quitutes, um delicioso quentão, animados pelo Três do Rio. Houve a escolha do  traje mais típico da noite, cabendo a futura Companheira Leão Schirlete Salvaro levar o prêmio.

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Biz automóveis a 10 anos com você

29 jun

Diário de um formando do ginásio Dom Orione

27 jun


PRIMEIRA TURMA A IR AO RIO DE JANEIRO.

DEZEMBRO DE 1970

– Sexta feira 11, de dezembro de 1970, tendo como motorista o Sr Arlindo Cesa, e coordenador da viagem o Padre Luiz Frison, como passeio de formatura do Ginásio, saímos de Siderópolis rumo ao Rio de Janeiro.

Nossa primeira parada foi em Paulo Lopes as 06h25 para um bom café e dali tocamos em frente até Florianópolis, onde fizemos um lanche. Deixamos a capital do estado, rumando ao norte, e passamos sobre a ponte do Rio Tijucas com uns pingos de chuva que não nos prejudicou em nada. O meu Mondaine marcava 08h20 quando paramos perto de Joinville para a primeira abastecida do ônibus. A próxima parada foi em São José dos Pinhais, já no Paraná as 12h15 para o almoço, e dalí fomos a Curitiba para ver se encontrávamos o Dilor que tinha compromissos por lá.

– Sábado dia 12, saímos de Curitiba as 04h00 e chegamos a São Paulo as 08h10. As 11h00 passamos por Taubaté e logo em seguida paramos para o almoço. Ainda nesse sábado chegamos ao destino, cidade do Rio de Janeiro. Nossa parada foi no Colégio da Divina Providência, na Rua Lopes Quinta, 274 esquina com Jardim Botânico. O colégio foi nossa hospedaria. No amanhecer, após o banho e fomos para a praça, aliás, saímos de casa, pois ali tudo era praça. Ficamos passeando até as pernas não aguentar mais e só então regressamos ao colégio quando já era noite.

– Domingo dia 13, levantamos cedo, fomos a missa na capela do Seminário, tomamos café e saímos rumo ao desconhecido afim de conhecer as belezas do Rio de Janeiro. A tarde fomos ao Maracanã assistir a final do Campeonato Roberto Gomes Pedrosa, num jogo onde o Fluminense venceu o Palmeiras por 1×0 com gol de Mickey. Na saída do Maracanã me perdi juntamente com outros colegas e só conseguimos chegar no Seminário as 11h00 da noite, mortos de cansados, e em cima da hora programada para fechamento do portão.

– Segunda feira dia 14, visitamos os principais pontos turísticos do Rio, e de barcaça fomos até Niterói no Estado do Rio de Janeiro visitar a Igreja de São Francisco, construída pelo Padre Anchieta. Almoçamos em Niterói e a tarde voltamos para Guanabara, mais precisamente para a cidade do Rio de Janeiro. A tarde fomos ao cinerama, aliás tentamos ir, mas não foi possível porque o filme era censura 18 anos. O dia foi cansativo, muita sola, ônibus, barca até que nos perdemos. Pegamos um taxi, mostramos o endereço para motorista que nos deixou no seminário. A noite fomos assistir o filme: Justiceiros do Mar.

– Terça feira dia 15 fomos visitar o Jardim Zoológico pela manhã, e a tarde, enquanto a maioria foi a praia, eu uns colegas fomos visitar o Cristo

Redentor no Morro do Corcovado. A noite estava programada uma visita ao planetário, mas eu estava muito cansado e acabei não indo.

– Quarta feira as 04h15 da manhã demos ADEUS ao Rio de Janeiro, e fomos em direção a São Paulo. No caminho paramos em Aparecida do Norte onde visitamos a basílica nova e a velha e, compramos algumaslembranças. O relógio marcava 02h25 quando chegamos em São Paulo.

– Quinta feira dia 17, partimos rumo a Santos passando pelo museu do Ipiranga. Chegamos a Santos na hora da fome e fomos direto almoçar. A tarde enquanto uns foram a praia, eu e uns colegas fomos ao porto onde visitamos um navio. No final da tarde tocamos em frente em direção a Registro. Nessa cidade só tinha japonês e uma mosquitada doida, para salvar tinha um chafariz com águas coloridas dançantes.

– Sexta feira dia 18, as 07h00 saímos de Registro rumo ao sul, fizemos uma parada para o café, e após só paramos numa cascata a beira da estrada para beber água. As 07H00 chegamos em Itajaí onde pernoitamos.

– Sábado dia 19 partimos de Itajaí rumo a Florianópolis onde almoçamos e fizemos um passeio pelas ruas centrais da capital. De Florianópolis rumamos ao sul e paramos em Cabeçuda para tomar um banho. De cabeçuda fizemos um pique direto para Siderópolis.

Mano Savi

(transcrito ipsis litteris do diário que encontrei no forro da casa da praia, 43 anos após a epopeia).

Instalação de unidade de Corpo de Bombeiros para atender Nova Veneza, Siderópolis e Treviso é analisada

27 jun


Os primeiros passos para a instalação de uma unidade do Corpo de Bombeiros que atenda aos municípios de Nova Veneza, Siderópolis e Treviso já começaram a ser estudados. Na tarde desta quarta-feira, 26, vereadores de Siderópolis e Treviso, bem como o prefeito de Siderópolis, Hélio Cesa, o Alemão, estiveram reunidos com o 1º Tenente do Corpo de Bombeiros, Henrique Piovesan da Silveira, com o 1º Sargento, Paulo Roberto do Canto, e com o Major James Marcelo Ventura. O encontro aconteceu na sede do Poder Legislativo de Siderópolis.

Segundo o Major James Marcelo Ventura, para a implantação de uma unidade do Corpo de Bombeiros que atenda aos três municípios, um consórcio precisará ser feito entre as cidades. “A escolha do local também é técnica sendo que escolhemos fazer a implantação em Siderópolis principalmente em função da mobilidade entre os outros dois municípios, ficando mais centralizado”, afirmou. O 1º Tenente Henrique Piovesan da Silveira destacou, por sua vez, que nos municípios de Nova Veneza e Treviso também pode ser montada uma Brigada de Incêndio, que estaria apta a prestar os primeiros atendimentos até a chegada do Corpo de Bombeiros.


Para que a implantação da unidade do Corpo de Bombeiros se concretize, segundo o Major James, o primeiro passo é firmar convênio entre os três municípios, sendo depois vista a questão do terreno em que será implantado o quartel, e a construção da obra, bem como toda a parte de infraestrutura.


O projeto, com todos os detalhes para a execução da implantação de uma unidade do Corpo de Bombeiros para atender os três municípios, foi entregue à procuradoria de Siderópolis, que se encaminhará de apresentar à procuradoria das outras duas cidades. “Vamos focar recursos e decisões políticas para que isso se concretize o mais rápido possível”, afirmou o prefeito Hélio Cesa, o Alemão.


Uma próxima reunião, que deve ser agendada para acontecer no decorrer do próximo mês, deve reunir o poder executivo e legislativo dos três municípios, tendo em vista dar prosseguimento ao processo. O pedido para a instalação de uma unidade do Corpo de Bombeiros para atender aos três municípios partiu do Legislativo de Siderópolis.

Mano Savi – Depoimento de um biker‏

26 jun

Minhas primeiras pedaladas foram meio que “na marra”, com a bike do meu irmão, uma velha Monark, pelas ruas do Rio Fiorita, uma pequena Vila de Mineração no município de Siderópolis, no sul de Santa Catarina. Na realidade meu pai me obrigou a aprender a pedalar para ajudar na lida diária, uma vez que tínhamos um armazém de secos e molhados e alguém tinha que fazer as entregas em domicílio. Quem fazia esse serviço era meu irmão mais velho, até que um dia meu pai forçou a barra e me deu um dia para “aprender a andar de bicicleta”.

Iniciei a batalha cedinho, e no meio da manhã já estava pedalando de mãos soltas.
Quando achei que estava “bambam”, pedi para meu pai ficar na porta do armazém que eu iria passar ladeira abaixo. Chegando em frente, larguei as mãos do guidão achando que estava arrombando. Voltei para casa imaginando que seriam só elogios, acabei levando um tapa na bunda, e meu pai ainda falou categoricamente:

– “Eu disse para aprender a andar de bicicleta, e não para fazer bossa!”.

Nunca esqueci a lição.
Assim veio a minha primeira bicicleta, uma Gallo, verde escura, com guidão inteiriço, sem mesa, freio traseiro contra pedal, e dianteiro com um tacão de sola de pneu de automóvel que pressionava diretamente a banda do pneu da bike, ao ser acionado por um manípulo no guidão, acoplado a uma haste metálica, portanto sem cabo. Essa bicicleta foi enviada por um senhor que morava em Siderópolis e havia mudado para Laguna. Como tinha uma dívida com meu pai, para saldá-la, mandou essa bicicleta. Quando fui buscá-la na estação de trem do Rio Fiorita, foi uma festa. Era uma aro 28, mas com quadro tamanho gigante, que me obrigava a pedalar enviesado por baixo do cano superior do quadro à moda das meninas quando pedalavam bicicleta “de homem”.
Após muitos pedais, ou muitas encomendas e entregas, veio o primeiro furo de pneu, juntamente com a primeira decepção: a câmara estava mais cor de rosa do que preta, de tantos remendos. Contei 19. O pessoal da velha guarda lembra, os remendos eram cor de rosa. Cortava-se um pedaço com tesoura e colava-o com cola Michelin, que a gente pronunciava “mixilim”.
Em 1968 quando cursava o segundo ano do ginásio, ganhei uma Monark Barra Circular, lembro como se fosse hoje o dia em que o caminhão da Transportadora Cresciumense (era assim que se chamava), parou em frente ao armazém. O motorista apresentou a Nota Fiscal da Mesbla de Porto Alegre, com duas bicicletas, uma para o meu primo e outra para mim, ambas equipadas com farol a pilha, uma grande novidade, pois até então só conhecíamos farol acionado a dínamo. A festa foi grande, ele ficou com a vermelha e eu com a azul.
Com essa bike de quadro com tamanho normal, e eu já crescido, pedalei durante o primário, ginásio e o científico, que cursei no Rio Fiorita, em Siderópolis e em Criciúma respectivamente.
Na época era costume fazer umas aventuras. As que eu mais gostava eram, atravessar uma pinguela de eucalipto de um pau só, que havia sobre um riacho no potreiro, onde a gente ia tomar banho pelado escondido dos pais, e a outra era pedalar sobre a estrada de ferro, quando íamos com a bike sobre o trilho, firmando uma das mãos no guidão e a outra apoiada no ombro de um colega que pedalava sobre o outro trilho, ambos com o corpo levemente inclinado para manter o equilíbrio. Quando a bike caía, ou na nossa linguagem de moleques, “descarrilava”, dependendo da posição da queda, complicava um pouco a região pélvica, mas nada que impedisse a peripécia.
Em 1974 vim para Florianópolis fazer o vestibular para engenharia, e a bike ficou esquecida.
Em 1978 formei-me engenheiro eletricista. Com meu primeiro salário de engenheiro comprei uma Monark Super 10, na extinta Loja Prosdócimo do Estreito. Montei a bike ali mesmo, no depósito, e fui pedalando para casa pela passarela de madeira da Ponte Hercílio Luz, por cujas frestas se via o mar lá embaixo. Saudades daquele visual.
No final dos anos 80, numa de minhas idas a serviço a São Paulo, comprei uma Caloi Aluminum. Presumo que à época era a primeira bicicleta de alumínio fabricada no Brasil.
Com o tempo fui esquecendo a bike até que em 2006, preparando-me para a aposentadoria, reacendeu-se a chama da bike. Iniciei pedalando só no plano, depois fui ensaiando uns morrinhos e hoje não escolho mais chão para pedalar.
Desde então fiz vários ciclopasseios, entre eles o Vale dos Vinhedos e Parte Alta do Circuito Vale Europeu com o pessoal do “Caminhos do Sertão”, Urubici e Cânions Fortaleza e Itaimbezinho com o “Floripa Bikers”, além de muitos outros. Mas o que eu gosto mesmo são os ciclopasseios que organizo com meus colegas de pedal, sem pressa e sem stresse.
Nessas andanças já tive a oportunidade de fazer alguns pedais internacionais, entre eles o Caminho de Santiago de Compostela, saindo de Saint Jean Pied de Port na França, perfazendo 854 km em 12 dias, juntamente com dois colegas.
Alem dessa, pedalei na China em Beijing, Shangai e Hanghzou (essa ultima possui 34.000 bicicletas publicas de aluguel), quando estive fazendo um free lancer no ano de 2010. Além de um pedal na Itália numa passagem pelas terras dos meus avós, e os pedais que fiz com minha mulher em 2010 em Colônia do Sacramento no Uruguai, e em 2012 por San Francisco na Califórnia, com direito a travessia da Golden Gate e almoço em Salsalito.
Para esse ano, além dos ciclopasseios regionais, eu e minha mulher estamos esquematizando o “Caminho da Luz” no primeiro domingo de julho, de Tombos em Minas Gerais até a base do Pico da Bandeira na Divisa com o estado do Espirito Santo, e em setembro, um ciclopasseio pela província da Emilia Romagna na Itália.
Já dizia o poeta: Nada melhor que um ciclopasseio onde se desfruta de um visual cinematográfico que só a bike proporciona. Sendo assim enquanto tiver pernas, vou pedalando.

Mano Savi

Passeata marca o Dia Internacional da Luta Contra o Uso e Tráfico de Drogas em Siderópolis

26 jun

Celebrado nesta quarta-feira (26), o “Dia Internacional da Luta Contra o Uso e o Tráfico de Drogas” foi marcado, em Siderópolis, por uma caminhada que percorreu as principais ruas do Centro da cidade. Nem a chuva inibiu os estudantes, professores, participantes do CAPS, técnicos da saúde e comunidade em geral a saíram para dizer “Não as Drogas”. As sirenes da polícia chamaram atenção dos moradores e do comércio para a manifestação. 

O objetivo é conscientizar as pessoas em relação aos prejuízos causados pelas drogas e à importância de que todos participem deste combate. “Queremos conscientizar a população para uma vida mais saudável. É por esta razão que necessitamos trabalhar em prol de uma maior sensibilização, informando sobre os perigos e as consequências, a fim de prevenir. Temos que oferecer às pessoas informações suficientes para dizerem não às drogas! O enfrentamento das drogas precisa ser debatido todos os dias. Esta será a primeira de muitas ações da Saúde em Siderópolis ao combate contra as drogas”, finalizou a secretária de Saúde, Luana Bez. 
Para o instrutor do Proerd, Murilo Gonçalves, o uso de drogas não é um assunto que deve passar em branco. “Merece atenção, pois não existe camada social. Hoje existe uma facilidade de acesso. Por isso, a importância do desenvolvermos a prevenção com as nossas crianças atráves do Proerd nas escolas”, comentou o instrutor, que trouxe para as ruas alguns alunos do programa.
A ex-aluna do Proerd, Maria Laura Feltrin, durante a caminhada fez um relato do resultado positivo do Proerd. “Com a minha participação no Proerd conheci os males que o cigarro causava e pedi para meu pai que ele parasse de fumar. Neste ano ele iniciou um tratamento.” 
O evento terá início às 13h30, com uma concentração em frente ao Posto de Atendimento 24 Horas. A promoção é da Secretaria Municipal de Saúde.

Parabens, Heloisa Consoni Cividini

25 jun


Comemorando seu primeiro aninho no dia 26-06-13