Arquivo | julho, 2010

>Baile da 3° idade (28/07) no Siderópolis Clube, com escolha da Rainha e Princesas.

29 jul

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>Sábado tem decisão do municipal 2010 futebol de campo

28 jul

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Neste sábado a partir das 14:30 no estádio Mozart vieira no Rio Fiorita decisão entre as equipes da Cooperca x São Martinho.

A Cooperca e o são Martinho Vão em busca de seu primeiro título, lembrando que o São Martinho já foi campeão no Praião Serie B em 2010 e vai em busca de mais um título.

A Cooperca deixou escapar seu primeiro título em 2005 quando decidiu o campeonato com a equipe da Vila esperança, mas na oportunidade mesmo sendo a favorita a Cooperca ficou com o vice campeonato.

A história se repete em 2010, pois novamente a equipe da Cooperca é na opinião de muitos a grande favorita.

Favoritismo a parte o importante é sabermos que vamos ter um grande espetáculo de futebol no próximo sábado e com certeza o campo do Itaúna estará lotado e então vamos conhecer o campeão de 2010.

Em 2009 a equipe do Estrela foi a grande campeã.

Prestigie o esporte de Siderópolis, vamos todos a esta decisão do futebol de campo.

>A arte da cachaça

28 jul

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Por Silvio Domingos

Família de São Martinho ajuda a manter viva a tradição da produção artesanal da bebida.

Dando continuidade a uma tradição passada de pai para filho, Jaime e Ernesto De Nez trabalham diariamente no cultivo da cana-de-açúcar e na produção artesanal da cachaça. Trabalho que aumenta nesta época do ano, quando o frio e ideal para o corte da planta e a conseqüente produção da bebida.

Seus pais, Primo e Rosalina De Nez, que foram durante 3 anos o Nono Bepe e a Nona Gema, casal símbolo da Festa do Colono de Sideropolis, contam que, apesar de algumas adaptações modernas, as técnicas usadas para a obtenção da cachaça remontam aos tempos dos avos, no inicio da colonização do município. “O local do engenho também e o mesmo, mas a tração e a motor”, diz Dona Rosalina, referindo-se a ausência do boi, usado para mover o engenho no passado. Ao ser perguntado sobre a continuidade do negocio na família, Seu Primo responde com uma certa hesitação nada peculiar a sabedoria dos seus quase 80 anos: “Ensinei tudo pra eles. Se eles quiserem continuar…”

E a duvida se justifica. Apesar do entusiasmo mostrado pelos filhos com a terra e a produção da cachaça, Seu Primo sabe que muitos outros jovens já trocaram o campo pela cidade, findando assim negócios que envolveram gerações. Uma incerteza reforçada por um dos filhos: “Já produzimos bem mais. Nosso negocio mais forte agora e a banana.” E que do alambique dos De Nez, que já produziu uma media de 12 mil litros, hoje so sai de 6 a 7 mil litros de cachaça, proveniente de 2,5 hectares de cana.

Mas as dificuldades vão muito alem do trabalho árduo do campo. “O imposto sobre bebidas alcolicas e altíssimo e um problema para o produtor que busca a legalidade. E inevitável que o custo seja repassado ao consumidor.” Vale lembrar o leitor que um litro de cachaça artesanal de Sideropolis nos moldes atuais custa em media R$ 4,00. Com o registro da marca, impostos e custos contábeis o preço possivelmente subiria.

Para Krieger Santos Leopoldo, biólogo e extensionista rural da EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, se o poder publico e os produtores unidos e legalizados não agirem logo, vai ficar cada vez mais difícil a sobrevivência num mercado que tem excluído os pequenos produtores e valorizado a produção industrial em larga escala. A cachaça de Sideropolis ta caindo de madura pra ser um grande negocio. Infelizmente ainda temos pessoas de mentalidade atrasada que acham que a cachaça e uma imagem ruim pro município”, afirma Krieger. E completa: “Falta reforçar o requinte da bebida e trabalhar a imagem da cachaça artesanal de qualidade. Cachaça não e so uma bebida de boteco.”

PRODUTORES SE ORGANIZAM

Como parte da programação da XX Festa do Colono de Siderópolis, o Centro Social Urbano recebeu na última quinta (15) o Engenheiro Agronomo Herbert Hentschel, da EPAGRI de Florianópolis, para uma palestra sobre a cachaça e as principais questões envolvidas para produzir uma bebida de qualidade diferenciada. Dentre os presentes, produtores de toda a região, incluindo Siderópolis. Dois destes últimos já fazem parte da Cooperativa Familiar Agroindustrial Sul Catarinense – COFASUL, que busca auxiliar agricultores na organização e busca coletiva por melhor qualidade e comercialização de seus produtos. A COFASUL só aguarda documentação junto ao Ministério da Agricultura para assim iniciar plena atividade. “A partir daí, qualquer produtor interessado pode se juntar a nós”, diz o seu presidente, Tarcísio Goldinho, vislumbrando melhores dias e negócios aos produtores membros. E este talvez seja mesmo o futuro da cachaça de Siderópolis e o fim das incertezas de Seu Primo De Nez.

>Êxodo de atletas com transferência de títulos

28 jul

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Difícil de acreditar, mas esta acontecendo exatamente isso e alguma providência deve ser tomada.

A brecha no regulamento das competições internas deixa esta opção aos atletas, sendo que vários atletas da região transferem seus títulos para cidades vizinhas.

O caso mais recente é no esporte de Treviso, onde atletas de Siderópolis estão transferindo seus titulos para lá, tendo assim a possibilidade de participar de campeonatos de futsal, futebol suíço e outras modalidades, pois esta no regulamento que só jogarão atletas que morem ou votem em Treviso.

Os atletas estão no seu direito, não estão cometendo nenhum delito.

Os responsáveis precisam tomar duas providências:

1 – Mudar a cláusula do regulamento que diz “morar ou votar”, podendo participar de competições internas somente quem vota em Siderópolis, isto também deve acontecer em outras cidades, no caso de atletas menores de idade e que não tenham direito a voto ai sim apenas morar na cidade sede da competição.

2 – Diversificar o número de modalidades para que os atletas participem do esporte em suas cidades.

Opinião de Fabrico- “A culpa é da organização do esporte em Siderópolis, por que se tivesse outras modalidades os atletas não precisariam transferir seu titulo”.

Opinião Luchese Garlini- “Já pensei seriamente em transferir meu título de eleitor para Treviso para poder disputar o campeonato de futsal de lá, pois quase não há opções aqui em Siderópolis”.

Quando acontecem competições municipais, ela tem um único objetivo que é a de confraternização entre as comunidades da cidade, por isso devemos pensar seriamente para as próximas competições fazendo esporte para o sideropolitano, não importa se o nível técnico vai ser baixo, o importante é que estamos dando lazer aos munícipes que é a principal razão das competições se chamarem “municipais”.

>Vereadores pedem a criação da Intendência do Rio Jordão

28 jul

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Câmara de Vereadores de Siderópolis aprovou indicação solicitando a criação da intendência da comunidade do Rio Jordão. A iniciativa é do vereador Valdemir Carminatti (PP), com a intenção de diminuir o tempo de deslocamentos das máquinas que fazem a manutenção das estradas, que serão adquiridas nos próximos meses pelo programa pró-vias. O vereador Maicon Aléssio (PMDB) argumentou que antes da criação da intendência, deveria ser reformada a garagem da Secretaria de Obras: “Não sou contra a criação da intendência. Sou contra a criação da extensão de algo que não existe. A garagem está caindo aos pedaços”.

>Vereador pede manutenção na Vila São Jorge

28 jul

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O vereador Romildo Soares (PMDB) solicitou, por meio de indicação, a Secretária de Obras termine a manutenção na Rua João Rochi, na Comunidade de Vila São Jorge. Segundo o vereador, as maquinas fizeram parte da Rua, deixando pouco mais de 100 metros para trás. O que dificulta o acesso ao final da rua, principalmente em dias de chuva, por ser um local íngreme. Ainda segunda o Soares, os drenos estão entupidos. “É preciso fazer os reparos antes que cheguem o verão e as enxurradas”, afirma.

>Esgoto corre a céu aberto na Vila São Jorge

28 jul

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O esgoto que corre ao céu aberto que corre na Rua Domingos Sorato e Antonio Esmeraldino Inácio, no Bairro Vila São Jorge, foi o tema da indicação aprovada pelos vereadores de Siderópolis, com iniciativa do líder da oposição, Romildo Soares (PMDB).

“É coisa de 50 metros, onde o esgoto corre a céu aberto. Isso pode trazer doenças para quem vivi na comunidade”, alerta Soares. “Espero que a administração tome providencias para resolver o problema”, completa.