Separação e coligação em Siderópolis

15 mar

Em Siderópolis ocorre uma situação curiosa. Enquanto o PMDB de Helio Cesa, Alemão deve repetir chapa com Lilo Remor, agora o PSB, existem outras duas candidaturas: Douglas Guinga Warmling (PSD) e Aretusa Larroyd (PP). Ambos eram casados e hoje fazem campanhas em palanques distintos. Ocorre que Guinga ainda tem problemas de elegibilidade a vencer, para ser candidato. Se não puder concorrer a oposição fica dividida. E só há uma chance de fazer frente a dobradinha Alemão/Lilo: é a oposição unida.
Porém, Guinga e Aretusa no mesmo palanque é pouco provável.
Fontes ligadas ao Blog garantem que na pré-campanha o ex-prefeito Douglas Guinga Warmling não dirige qualuer comentário sobre à ex-esposa. Já ela estaria fazendo comentários frequentes.

Por Edson Luiz Sandrini

Novos rumos da politica em Siderópolis ou especulação para saber qual a preferência popular.
Na sessão da câmara do dia 14 de marco, ao usar a tribuna o vereador Tiago Albonico afirmou, que o PSD tem vários nomes a candidato a prefeitura de Siderópolis, entre eles, Romildo Soares, Lilo Remor, Frank Salvaro e João Noveli. Da mesma forma o vereador Romildo Soares reforçou, que colocou seu nome a disposição do partido. Um cenário enrolado, que em breve saberemos o desfecho

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Orionitas celebram Bodas de Diamante

11 mar

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Comunidade comemora os 60 anos do lançamento da Pedra Fundamental do Instituto São Pio X
Siderópolis

No Natal de 1955, o provincial da Congregação Orionita, Padre Giovane Valdástico, o padre Pedro Pellanda e o bispo de Tubarão Don Anselmo Pietrulla visitaram as comunidades de Belluno, Treviso e Urussanga procurando viabilizar a proposta de um espaço para a construção de um Seminário. A escolha recaiu na cidade de Siderópolis acontecendo o lançamento da pedra fundamental no dia 25 de março de 1956. Os 60 anos do lançamento da Pedra Fundamental será comemorada neste ano com uma vasta programação.

Comunidade lembra-se do começo dos trabalhos
Os trabalhos da Congregação Orionita em Siderópolis começou com os padres José Rosim, Pedro Pellanda e Domingos Sanguin. Com a ajuda da comunidade foi construído o Seminário São Pio X. O casal Emeri Daleffe e Eza Amábile Donadel Daleffe recordam o trabalho dos padres para manter as atividades. “O padre Pedro Pellanda visitava todas as comunidades na busca de doações para manutenção da casa e a alimentação dos seminaristas”, destaca Daleffe.

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Dona Eza conta que os Orionitas sempre tiveram uma boa relação com a comunidade. Ela sempre procurou contribuir nos trabalhos da igreja. Dona Eza foi ministra da eucaristia por 10 anos. Assim como dona Eza e seu Emeri, muitas famílias ainda hoje continuam contribuindo para a permanência dos Orionitas em Siderópolis.

Biografia de São Luís Orione – (1872-1940)

‘O Santo da Caridade’

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O jovem João Luís Orione, nasceu em Pontecurone, um pequeno município na Diocese de Tortona, no Norte da Itália, no dia 23 de junho de 1872. Aos treze anos foi recebido como Aspirante num Convento Franciscano em Voghera, uma cidade próxima na Região de Pavia, saiu um ano depois devido à doença. De 1886 a 1889 foi aluno de Dom Bosco no Oratório Salesiano de Valdocco em Turim. No dia 16 de outubro de 1889 entrou no Seminário Diocesano de Tortona. Ainda jovem seminarista se dedicava a obras de solidariedade para com os necessitados, participando da Sociedade de Socorro Mútuo São Marciano e das Conferências Vicentinas. No dia três de Julho de 1892 abriu seu primeiro Oratório, um centro de educação cristã e de recreação para os meninos pobres. No ano seguinte, no dia 15 de Outubro de 1893, Orione um seminarista de 21 anos, fundou no Bairro de São Bernardino um Colégio, com escola em regime de internato, para rapazes de famílias pobres. No dia 13 de abril de 1895, Luís Orione foi ordenado sacerdote e, no mesmo dia, o bispo deu a batina a seis alunos do Colégio com vocação sacerdotal. Numa seqüência rápida, o Pe. Luís Orione abriu novas fundações em Mornico Losana na Região de Pavia, em Noto na Sicília, em Sanremo e em Roma. Ligados a Dom Orione se uniram Seminaristas e Padres que formaram o primeiro núcleo de uma nova Família Religiosa a Pequena Obra da Divina Providência. Em 1899 Dom Orione deu início a mais um Ramo da nova Congregação: os Eremitas da Divina Providência. O Bispo de Tortona, Dom Igino Bandi, com Decreto datado de 21 de Março de 1903, deu aprovação canônica aos Filhos da Divina Providência, Congregação Religiosa, composta por Padres, Irmãos e Eremitas da Família da Pequena Obra da Divina Providência. A Congregação e toda a Família Religiosa Orionita se propunha trabalhar para levar os pequenos os pobres e o povo à Igreja e ao Papa, mediante obras de caridade, desejando consagrar-se com um IV Voto de especial Fidelidade ao Papa. Já nas Primeiras Constituições de 1904 constava também o propósito de trabalhar pela união das Igrejas Separadas. Animado por uma grande paixão pela Igreja e pelas Almas, Dom Orione se envolveu ativamente nos problemas emergente da época: a luta pela liberdade e a unidade da Igreja, a questão romana, o modernismo, o socialismo, a evangelização das massas operárias. Dom Orione teve atuação heróica no socorro às vítimas dos terremotos de Reggio e Messina (1908) e da Marsica (1915). Por decisão do Papa São Pio X, foi nomeado Vigário Geral da Diocese de Messina por 3 anos. Vinte anos depois da fundação dos Filhos da Divina Providência, no dia 29 de junho de 1915, surgiu como novo ramo a Congregação das Pequenas Irmãs Missionárias da Caridade, Religiosas movidas pelo mesmo carisma fundacional. Ao novo ramo se associaram as Irmãs Sacramentinas Adoradoras não videntes e algum tempo depois as Contemplativas de Jesus Crucificado. O Pe. Luís Orione se empenhou em organizar grupos Leigos, as Damas da Divina Providência, os Ex-Alunos e os Amigos. Nos anos seguintes, outros grupos foram constituídos como o Instituto Secular Orionita — ISO e o amplo leque de Associações do Movimento Laical Orionita — MLO. Depois da primeira Grande Guerra (1914-1918) multiplicaram-se as escolas, colégios, colônias agrícolas, obras caritativas e sociais. Entre as muitas obras, as mais características foram os Pequenos Cotolengos, instituições destinadas aos mais sofredores e abandonados, localizadas nas periferias das grandes cidades, para serem novos púlpitos a anunciarem Jesus Cristo e sua Igreja e para serem faróis de fé e de civilização. O zelo e o amor missionário de Dom Orione cedo se manifestou com o envio de Missionários ao Brasil em 1913 e, em seguida à Argentina e ao Uruguai (1921), à Palestina (1921), à Polônia (1923), a Rodes (1925), aos Estados Unidos (1934), á Inglaterra (1935) e à Albânia (1936). Dom Orione esteve pessoalmente como missionário, duas vezes, na América Latina, em 1921 e nos anos de 1934 a 1937, no Brasil, na Argentina e no Uruguai, tendo chegado até ao Chile. Recebeu grandes demonstrações de estima de Papas e de Autoridades que lhe confiaram missões importantes e delicadas, para sanar feridas profundas no seio da Igreja e da Sociedade e em difíceis situações de relacionamentos entre a Igreja e a Sociedade civil. Dom Orione foi pregador popular, confessor e organizador de peregrinações, de missões populares e de presépios vivos. Grande devoto de Nossa Senhora, propagou de todos os modos a devoção mariana e ergueu santuários, entre os quais o de Nossa Senhora da Guarda em Tortona e o de Nossa Senhora de Caravaggio, na construção desses santuários será sempre lembrada a iniciativa de Dom Orione de colocar seus clérigos no trabalho braçal ao lado dos mais operários civis. Em 1940, Dom Orione atacado por graves doenças de coração e das vias respiratórias foi enviado e praticamente forçado pelos médicos e confrades a se retirar para a cidade de Sanremo, foi para lá protestando: não é entre as palmeiras que eu quero viver e morrer, mas no meio dos pobres que são Jesus Cristo. E ali, três dias depois de ter chegado, morreu no dia 12 de Março, sussurrando suas últimas palavras; Jesus! Jesus! estou indo.O corpo foi sepultado devotamente na cripta do Santuário da Nossa Senhora da Guarda e encontrado incólume vinte e cinco anos depois, em 1965. No dia 26 de Outubro de 1980, o Papa João Paulo II declarou Dom Orione Beato e no dia 16 de maio de 2004 o mesmo papa o declarou solenemente ‘Santo’ no Vaticano, hoje São Luís Orione, ‘apóstolo da caridade’.

Colaboração José Adilio

Um pouco da história de Angelina Zuchinali Neoti

11 mar

Angelina Zuchinali Neoti, nascida em 11/03/1920, na comunidade de Montanhão, em Siderópolis (Nova Belluno). Filha de Adamo Zuchinali e Joana Agassi. Aos 8 anos foi adotada por João Scaini e Tereza Zuchinali, o casal não tinha filhos, Tereza  era irmã de Adamo, por isso a adoção foi concedida, pois tinham a certeza de que neste novo lar, a filha Angelina seria tratada com todo o amor.

Angelina não teve a oportunidade de frequentar uma escola, pois desde criança, aos 8 anos já trabalhava na roça e também aprendia os afazeres domésticos.

Aos 16 anos teve seu primeiro namorado, Gentile Neoti, com quem se casou em 04/09/1937 e foi morar na comunidade do Rio Kuntz, em Siderópolis. Um ano depois, com a mineração chegando na comunidade, veio morar na Rua Benjamin Constant, no centro da cidade.

Desta união tiveram 11 filhos: Lori Donato, Ladelque, Laide, Lirica (In Memorian), Lirico, Ludimila (In Memorian), Leomar (In Memorian), Levi Marcos, Lindocir (In Memorian), e outros dois filhos, que faleceram com poucos dias de vida. Netos 20 e Bisnetos 20.

Angelina se recorda do tempo que seus filhos eram crianças, quando ficavam doentes e tinham que se deslocar de carro de boi até a cidade de Urussanga, para receber atendimento médico.

A família trabalhou em 1968 nas terras do Sr. Olivio Cesa (In Memorian), na comunidade de Nossa Senhora da Saúde, em Siderópolis, onde eram agregados.

Angelina e Gentile foram casados por 43 anos, quando em 03/09/ 1983, Gentile faleceu. Hoje, dona Angelina vive com seu filho Levi, na Rua Calixto de Mattia, em Siderópolis.

Ao final de nossa visita perguntei a Dª Angelina qual a receita para um casamento duradouro, e, ela respondeu: Muita paciência, respeito e tolerância.

Agradeço ao amigo Jorge Neoti a oportunidade de contar um pouco da história de vida de Angelina Zuchinali Neoti.

Sideropolitano, Mateus Brignoli é o novo reforço do São José White Sharks Istepôs

10 mar

Após passar uma temporada no Jaraguá Breakers, o defensive end Mateus Brignoli acertou sua ida para o São José White Sharks Istepôs. O atleta de 25 anos, 1.90m e 110kg, reforçará o forte sistema defensivo da nova equipe, que já conta com DE Vinícius Zanon, além dos linebackers Gerson “Polamalu” SantosRamon Franco.

Brignoli já tem renome no cenário catarinense. O jogador formado no antigo Criciúma Slayers – atual Miners – conquistou a única edição da Copa Santa Catarina, além de conseguir bons resultados com os carvoeiros na Copa Sul.

Nos White Sharks Istepôs, Mateus voltará a atuar com o seu irmão mais novo, o center Ramon Brignoli, onde jogaram pelos Miners.

Mateus já está integrado ao elenco e treina junto com os novos companheiros.

Em Siderópolis, Associação Bellunesi Nel Mondo luta por construção de museu

8 mar

O representante da Associação Bellunesi Nel Mondo, Juliano de Mattos Emmerick, utilizou espaço na tribuna durante sessão desta semana da Câmara de Vereadores de Siderópolis, para falar da possível criação de um museu no município. Segundo ele, a construção do espaço histórico é uma das condicionantes presentes na licença ambiental de operação que deveria ter sido apresentada pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) à Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina (Fatma), como parte de compensação pela inundação da comunidade de São Pedro para a criação da Barragem do Rio São Bento.

Conforme Emmerick, os membros da Associação Bellunesi Nel Mondo estão lutando para concretizar algo que já estava em acordo. “A licença foi concedida para a Casan em junho de 2005, sendo que a organização tinha o prazo de seis meses para apresentar à Fatma um projeto relacionado à criação de um museu, e até agora nada foi feito. Por isso estamos, inclusive, lançando a campanha ‘Queremos nosso museu!’”, explicou. Segundo ele, um abaixo-assinado também deverá circular por todo o município de Siderópolis. “Contamos com o apoio de lideranças da cidade, como os vereadores, e de toda a população para que este museu se torne uma realidade”, enfatizou.


Colaboração Vanessa Nórdio

Alemão confirma disputa de reeleição em Siderópolis

2 mar

O prefeito de Siderópolis Hélio Cesa, o Alemão, confirmou nesta manhã, durante entrevista a Rádio Difusora que será sim candidato a reeleição no pleito deste ano. Ele também ressaltou que a pareceria com Lilo Remor, agora no PSB está mantida. “Vamos sim para a disputa. Terei o Lilo como parceiro, com a presença do empresário Henrique Salvaro e do deputado Cleiton Salvaro. Se a população achar que eu fiz um bom governo, ótimo. Caso contrário me mandem para casa e eu vou seguir na minha empresa ajudando a cidade de outra forma, como sempre fiz’, ressaltou.

Alemão também aproveitou para alfinetar o adversário. “Me deem oito anos e promovo uma revolução em Siderópolis. Foi no governo do Guinga que o governo ficou inchado. Ele que tinha uma curriola a sua volta. Aliás, ele nem pode ser candidato”. Alemão fez questão de destacar também as suas ações como prefeito e garantiu. “Fiz sim muitas obras. Talvez não tenha me comunicado bem, mas fizemos muitas coisas”.

Siderópolis: quadra de esportes do Rio Jordão recebe acabamentos

25 fev

Siderópolis (24/2/2016) – A quadra de esportes, construída anexa à Escola de Educação Básica Municipal Miguel Lazzarin, em Rio Jordão, Siderópolis, começou a receber a pintura interna e externa nessa quinta-feira, 25. Depois dessa etapa vai faltar apenas a pintura do piso, com as marcações para as atividades esportivas que serão desenvolvidas e a colocação de grades para segurança dos estudantes. Com 861,56m² de área construída, a quadra possui ainda banheiros e vestiários, e está sendo feita pelo Governo Municipal em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Estão sendo investidos cerca de R$ 505 mil para a obra.

Além da quadra de esportes, os mais de 100 estudantes da Miguel Lazzarin, iniciaram o ano letivo com mais segurança. Um muro de cerca de 50 metros de extensão foi construído para separar o pátio da escola da nova quadra, que vai ser utilizada tanto pelos alunos quanto pelos moradores da comunidade. Os investimentos para a construção do muro foram pagos pela Associação de Pais e Professores (APP), que teve o apoio do município para a realização dos eventos que possibilitaram a arrecadação dos recursos.